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16/02/18

História e Curiosidades de Búzios

A história da turística cidade de Armação dos Búzios, começa no século 16 quando era visitada por piratas que afrontavam a Coroa Portuguesa.

 

Depois se tornou um polo de pesca de baleias até meados do século 19. Finalmente se tornou famosa pela descoberta das belezas naturais no século 20, culminando com a visita de Brigitte Bardot, quando então ganhou fama internacional tornando-se um dos mais famosos balneários do mundo.

 

Porque Búzios se tornou famosa e qual sua origem e história?

 

A região de Búzios e Cabo Frio era habitada pelos índios Tupinambás até o início do século 17. Uma série de fatos levaram ao povoamento do local, e finalmente à sua transformação no que hoje é um dos mais famosos destinos turísticos do mundo para quem está em busca de sol, praia e mar.

 

Entretanto, até a metade dos anos de 1960, era uma vila de pescadores, com poucas casas, mas destacando-se pela beleza da natureza no local.

 

A era das invasões corsárias francesas até o domínio pela Coroa Portuguesa

 

Ainda no século 16, em 1502, ano do descobrimento do Brasil, navegadores Portugueses passaram pelo local e região. Na metade deste mesmo século a Baia de Guanabara foi ocupada por uns 20 anos por uma legião de Franceses, que a ocuparam sem utilizar a bandeira da França, com a intenção de ocupar a área e criar uma colônia chamada de França Antártica. Os franceses foram derrotados definitivamente em 1567, quando então, em termos práticos ocorreu a fundação da Cidade do Rio de Janeiro, após batalha contra os franceses vencida por Mem de Sá, então Governador Geral do Brasil e Estácio de Sá, seu sobrinho e capitão incumbido da fundação da Cidade.

 

Embora derrotados, os corsários franceses (uma espécie de piratas, mas com aval da coroa de seu respectivos países) continuaram a visitar a área de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Búzios, quando negociavam com os índios Tupinambás, levando Pau-Brasil para a Europa. Podemos entender então que, os primeiro habitantes da área de Búzios eram os Tupinambás, vulgarmente chamados de "Tamoios".

 

Por volta de 1618, os Franceses foram novamente derrotados pelos Portugueses com a ajuda dos índios Goytacazes, e definitivamente expulsos da área. Como resultado desta guerra, os Tupinambás que eram aliados dos Franceses, ou morreram ou fugiram da área. E segundo muitas fontes, a maioria deles foram praticamente exterminados.

 

Armação Baleieira

 

No século 17 e século 18, e até metade do século 19, a pesca da baleia era importante para a economia e engenharia da época. E até a metade do século 19, havia ainda muitas baleias tanto na Baía de Guanabara como nos litorais próximos. O óleo de baleia, tinha inúmeras finalidades, e se misturado ao cal produzia uma argamassa muito forte, usada na construção de fortes, igrejas e construções de pedra e tijolo. E o que isto tem à ver com Búzios?

 

Bem, o nome oficial da cidade é Armação dos Búzios, nome este em decorrência de uma armação de madeira que existia em uma praia, usada como instalação para a industria da pesca e extração da carne e óleo de baleia. Ou seja, "Armação" era o nome dado às construção beira mar para onde as baleias fisgadas pelos arpões eram levadas. Ou seja, era um estabelecimento com infra-estrutura apropriada para a pesca da baleia, nas costas brasileiras.

 

Segundo relatos, em cada "armação" da época se extraía 33 metros cúbicos de óleo de cada baleia cachalote que chegasse à aquele tipo de indústria.

 

Não é por motivo fútil que em Búzios existe a Praia da Armação e também a Praia dos Ossos, local onde respectivamente se instalava a indústria de extração da carne e óleo de baleia, e a outra praia, onde eram jogados ou enterrados os ossos das baleias.

 

Findo o auge da indústria da pesca da baleia, que deixaram de aparecer nestas águas, inclusive na Baía de Guanabara após o surgimento dos navios à vapor e à conseqüente maior pesca e exploração por parte de navios do hemisfério norte, os habitantes de Búzios passaram a viver da pesca.

 

Búzios na primeira metade do Século 20

 

Até a metade do século 20, segundo relatos, no local conhecido como Búzios, existia poucas casas, a maioria delas ao longo da orla da Praia do Canto, da atual Orla Bardot e Praia da Armação, e maioria delas casas de pescadores. Em frente à praia da armação, hoje ainda são vistas, talvez umas 2 ou 3 casas construídas no século 18 ou talvez século 19, e perto uma igreja do século 18, a Igreja de Sant´Ana erguida em 1740, em torno do povoado da então existente armação baleeira.

 

Enfim, o local era um vilarejo ou uma aldeia de pescadores em local paradisíaco.

 

O local onde situava-se esta pacata vila de pescadores, que chamava atenção pelas suas belezas naturais havia sido descoberto pela elite carioca nos anos de 1940.

 

Nesta época as mansões de milionários e socialites situavam-se em Cabo Frio, onde mantinham decks privados ou ancoradouros em suas propriedades para guardar seus barcos. E certamente, seja por carro através de vias precárias, ou mais provavelmente por barcos, visitavam o local à passeio.

 

Entretanto, em fotos de 1964, podemos notar que existiam casas bem construídas, mas não suntuosas, que também eram usadas por moradores ou pessoas de fora para veraneio. Mas no local não havia nenhuma infra-estrutura turística, e era apenas um vilarejo.

 

A visita de Brigitte Bardot em 1964

 

Em 1964, a atriz Brigitte Bardot, então no auge de sua fama e carreira, havia vindo ao Brasil, especialmente ao Rio de Janeiro, em visita na companhia de um namorado de dupla cidadania, brasileira e marroquina. Os dias de Brigitte Bardot no Rio de Janeiro estavam sendo muito desconfortáveis para ela, pois não encontrava sossego, sendo muito perseguida por fotógrafos em qualquer lugar onde ela fosse. Cansada ela havia desistido de sair e ir à praia, e segundo relatos, ao tomar banho de sol no terraço de uma apartamento de cobertura no Leme, bairro vizinho de Copacabana, está teve sua paz novamente perturbada por um helicóptero com um fotógrafo à bordo.

 

Cansada da falta de privacidade e impossibilitada de descansar, seu namorado e amigos tiveram a ideia de se refugiar-se em um local afastado onde não existiria o assédio dos fotógrafos, e este local foi Búzios. Lá Brigitte Bardot encontrou paz e a bela natureza ao redor, podendo passear e caminhar pelo local, então uma pequena aldeia onde ninguém a importunava.

 

Os dias de Brigitte Bardot em Búzios foram agradáveis e de pleno sossego, naquele local que era então apenas uma vila de pescadores, com poucas casas, em local paradisíaco. Foi desde então que Búzios ganhos fama nacional e internacional.

 

Ocupação gradativa por brasileiros e estrangeiros

 

A partir de então o local começou a ser gradativamente ocupado com construções feitas de modo irregular e sem seguir à nenhuma legislação urbanística.

 

Até 1970, Búzios não contava com água encanada. A mulheres mais simples, moradoras do local, precisavam ir até um local chamado poço das bombas, levando bacias, roupas sujas e sabão para lavá-las, e muitas vezes acabavam ficando o dia todo no local, para onde levavam também seus filhos.

 

A vila foi crescendo e no início dos anos de 1970, chegaram alguns Argentinos refugiados de seu pais por motivos políticos. A notícia acerca do belo local correu na Argentina, e muitos outros vieram, parentes ou não, e muitos lá se estabeleceram também, estabelecendo comércio e atividades no local. Deste modo, pode-se dizer também que, a presença de Argentinos em Búzios é bem notada.

 

A fama de local paradisíaco continuava a crescer e se propagar, com muitas celebridades e milionários visitando o local nos anos de 1970. Búzios havia se tornado um local da moda.

 

Búzios foi palco de trágico romance

 

Foi em meio à efervescência cultural do anos de 1970, quando então ocorreu um crime passional em Búzios que ficou muito conhecido naquela época, quando o play-boy e milionário Doca Street matou a tiros sua companheira, a socialite e também milionária Ângela Diniz. O local do crime foi em uma casa de veraneio em Búzios que pertencia à Ângela Diniz.

 

Foi um crime passional, que ocupou as principais manchetes dos jornais na época, e o julgamento também se tornou foco das atenções e opiniões, dando muita audiência aos jornais de TV e ocupando muito espaço na impressa escrita. Doca Street foi absolvido em primeira instância, quando o seu advogado, em brilhante defesa alegou defesa da honra, dizendo que havia sido traído e o crime havia sido cometido sob forte emoção, quando ele havia levado um tapa na face e uma arma havia caído de uma bolsa. Entretanto um recurso da acusação foi acatado, e um novo julgamento ocorreu, quando Doca Street foi condenado, tendo nos dias de hoje, já cumprido sua pena.

 

Búzios se torna cidade e um dos principais e mais caros destinos turísticos internacionais

 

O local continuava a crescer rapidamente, tendo se tornado inclusive alvo de especulação imobiliária, e em 1995, se tornou um município autônomo, emancipando-se de Cabo Frio. Apesar de ter, segundo dizem uma população fixa de apenas e aproximadamente 30 mil habitantes, a cidade recebe por ano mais de um milhão e meio de turistas.

 

A cidade é também marcada por um estilo de arquitetura e construção que caracteriza Búzios, lembrando e fazendo referência ao estilo de casas colônias e pelo uso de materiais de demolição na construção, aproveitando madeiramento, telhas coloniais antigas e outros elementos, dando as construções e arquitetura da cidade uma aparência diferenciada e típica do local.

 

Seguindo este ideal estético e culturalmente preservacionista, a legislação urbana da cidade também proíbe a construção de edifícios altos, e no local pode-se ver predominantemente casas de no máximo 2 andares ou tendo no máximo um terceiro andar como mirante ou mezanino.

 

No total, a cidade conta aproximadamente 400 hotéis e pousadas, possui um comércio vibrante, voltado para os turistas. Na rua principal da cidade, onde se concentram as melhores lojas e restaurantes, a famosa Rua das Pedras, existem em torno de 140 lojas oferecendo os mais diversos tipos de produtos.

 

Fonte: Rio de Janeiro Aqui

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27/01/18

As 6 Imperdíveis Praias de Angra dos Reis

O que esperar de um destino situado no exuberante litoral do estado do Rio de Janeiro e que abriga nada menos que 365 ilhas? Sim, um monte de praias incríveis! Acessíveis apenas de barco – o que torna o passeio ainda mais divertido e possibilita ver muitos cenários lindos -, as praias de Angra dos Reis são diversificadas e agradam a todos os perfis de viajantes. Além de toda a beleza que vemos na superfície, a região conta com uma rica vida marinha, naufrágios e grande visibilidade em suas águas. A combinação perfeita para mergulhar com cilindro ou snorkel. Confira as dicas atualizadas da Mag com as praias que não podem faltar no seu roteiro!

As belezas das Praias de Angra dos Reis

Praia do Lopes Mendes – Também em Ilha Grande, é uma das mais lindas praias de Angra dos Reis, e até do Brasil, segundo votação dos viajantes do TripAdvisor. Extensa, de areia bem clara, mar com várias tonalidades de azul e verde, poucas ondas, muitas sombras de árvores e pouca estrutura de quiosques, o que agrega um ar de praia selvagem. O acesso é feito de barco, por 30 minutos, a partir da Vila do Abraão até o cais de Palmas, onde é preciso seguir por mais 20 minutos em trilha íngreme.

Lagoa Azul – Situada em Ilha Grande, a maior de Angra dos Reis, a atração é um dos principais e mais imperdíveis passeios do destino. A Lagoa Azul é uma linda piscina natural, onde os barcos ancoram e os banhistas podem pular em suas águas cristalinas cheias de peixinhos. Quem não souber nadar também pode entrar na água com ajuda de “macarrões”. A dica é procurar um passeio bem cedo, para aproveitar o cobiçado paraíso sem muitas companhias. E não esqueça o snorkel.

Praia do Caxadaço – Um pequeno paraíso deserto e selvagem, situado na Ilha Grande. A praia tem apenas 15 metros de extensão, cercada por vegetação e pedras, a areia é dourada e o mar cristalino. É uma boa pedida para aventureiros em busca de cenários praticamente intocados. Das pedras é possível saltar na água.

Ilha Cataguás – É a ilha mais próxima do continente e faz parte da lista das principais praias de Angra dos Reis. Fica ao lado da Ilha do Peregrino, e formam duas pequenas ilhotas repletas de vegetação, com areias branquíssimas, mar transparente e rasinho. Seus pequenos trechos de areia são muito disputados, então se prefere sossego, evite fins de semana e chegue bem cedinho.

Praia do Dentista (Jurubaíba) – É uma das principais e mais badaladas praias da Ilha Gipóia, a segunda maior de Angra dos Reis. A areia é extensa e o mar calminho, cristalino e raso vira point de barcos, lanchas e iates. As bebidas e os petiscos ficam por conta dos bares flutuantes.

Praia da Figueiras – É uma das melhores praias de Angra dos Reis situada no continente. Seu nome surgiu graças a enorme figueira, de 1 mil metros, plantada no local em 1979. Para chegar é preciso descer uma trilha íngreme ou uma grande escadaria, mas o esforço é recompensado com águas cristalinas e calmas. O acesso difícil e a falta de estrutura garantem menos movimento. Não se esqueça de levar alimentos e bebidas.

Fonte: Zarpo

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05/01/18

O que fazer no Rio de Janeiro: 25 programas imperdíveis

O Rio tem passeios pra passar semanas na cidade sem repetir, entre cartões-postais e aqueles que só os cariocas conhecem. Aqui, minha lista de atrações preferidas, óbvias e não óbvias, pra você que nunca foi e pra você que já foi 50 vezes. Veja aqui o que fazer no Rio de Janeiro.

Parque Penhasco Dois Irmãos

Me admira que esse local seja ainda tão desconhecido, dada a localização óbvia, no fim do Leblon (Rua Aperana, 21/2976-1558) – não confunda com o Mirante do Leblon. Com pouquíssima gente, 40 hectares de jardins bem cuidados, laguinho, anfiteatro, uma escultura de Niemeyer, micos e lagartos passando sem cerimônia, ele abriga quatro mirantes pra ver a Cidade Maravilhosa do alto até cansar. Do primeiro deles, bem perto da entrada, já dá para avistar Ipanema todinha. Dos outros, mais no alto, entra o Corcovado, a Lagoa e até São Conrado. (ter/ dom 8h/17h; grátis)

Forte de Copacabana

O famoso forte, que completou 100 anos em 2014, nasceu da necessidade de reforçar as defesas da Baía de Guanabara. Hoje, você pode visitar um pequeno museu e centro cultural, andar pelos canhões da fortificação e curtir o vistão de Copacabana. Ali também abriu uma filial da clássica Confeitaria Colombo: pra sentar nas mesinhas e traçar doces portugueses. (museu e exposições: ter/dom e feriados, 10h/18h, área externa e café: ter/dom e feriados, 10h/20h; R$ 6)

Bicicleta na orla

O sistema de compartilhamento de bicicletas carioca, o Bike Rio, é um sucesso. Pra aderir, basta ligar no número 21/4003-6054, cadastrar seu cartão de crédito (veja instruções no site) e encontrar a estação mais próxima. Uma vez com a bike, você pode pedalar na ciclovia do Leme atééé o Leblon, passando por Copa, Arpoador e Ipanema. Programão fácil e delicioso.

Favela Sunset Tour

O paraense Alberto Mello, morador da Comunidade do Cantagalo e guia turístico, lançou um tour para ver o pôr do sol no alto do Morro do Cantagalo. Você encontra com ele na Praça General Osório, em Ipanema, e sobe pelo elevador da estação de metrô até a comunidade. Alberto de leva pelas vielas e casas, cumprimentando o pessoal, e envereda por uma trilha que ele mesmo abriu no mato até o topinho do Cantagalo. Difícil descrever a sensação de estar lá em cima, com esse panorama aí da foto na sua frente. Na volta, você desce pelo outro lado do morro, de cara para Copacabana. Ele explica seu objetivo com o tour: “Quero que as pessoas daqui se acostumem a ver gente de fora, e vice versa, e incentivar a abertura de hotéis e restaurantes dentro da comunidade. E assim mudar a visão do que é a favela”. Estamos com você, Alberto.

 

Jardim Botânico (o parque e o bairro)

O que fazer no Rio de Janeiro: Jardim Botânico (seg 12h/17h, ter/dom 8h/17h) mais fotografado do Brasil (ninguém resiste à alameda de palmeiras-imperiais) foi criado por Dom João VI e tem cerca de 9 mil espécies vegetais em estufas e canteiros – é permitido e *recomendado* fazer piquenique. Lá dentro também fica uma filial da La Bicyclette, um bistrô e padaria pra comer delícias a qualquer hora do dia. Saindo do jardim, o bairro homônimo também é uma delícia pra bater perna. Espie as lojinhas da Rua Lopes Quintas, uma mais fofa que a outra, como a Dona Coisa, a Overend e o Gabinete Duilio Sartori. Para o almoço, veja as sugestões do Café Carandaí (já encontrei a chef Roberta Sudbrack almoçando ali) ou do Volta, na Rua Visconde de Carandaí, de comida típica brasileira. A partir das 18h, a boa é o terraço do bar Sobe, na Pacheco Leão, com vista para o Cristo e cardápio de drinks e comidas excelente.

Horto Florestal e Vista Chinesa

O que fazer no Rio de Janeiro: Próximo do Jardim e facinho de chegar de táxi ou ônibus, o Horto é um passeio aprazível, ainda mais fora dos fins de semana, quando fica mais vazio. Vá até a entrada (Rua Pacheco Leão, 2040, 21/3875-6211), integrada ao Parque Nacional da Tijuca, e se embrenhe pela trilha fácil da Cachoeira do Chuveiro, entre a vegetação, pedras e raízes, com eventuais correntes para ajudar a segurar (não recomendo para idosos). Um vez na queda d’água, é só aproveitar o banho. Se der sorte, na volta encontre o tiozinho que fica vendendo açaí. Depois, são 6 quilômetros de caminhada pela estrada até a Vista Chinesa (Estrada da Vista Chinesa, s/nº, Alto da Boa Vista), composto por um pagode com gárgulas e dragões colocado ali em 1903. A vista é indescritível, com o Rio de Janeiro ainda mais maravilhoso.

Bar Bip Bip

Programa cult e bem diferentão em Copacabana, que promove sessões quase que religiosas de rodas de choro de segundas e terças, bossa nova às quartas e samba às quintas, sextas e domingos, num espaço mínimo onde quem não chegar às 19h, a hora de abertura, não consegue sentar. O proprietário, Alfredo Jacinto Melo, é uma figura folclórica que conversa e repreende quem acabar atrapalhando os músicos falando alto. Nas paredes, fotos e recortes de jornal recontam a história do bar e de antigos frequentadores ilustres como Beth Carvalho, Nelson Sargento, Elton Medeiros, Moacyr Luz e Cristina Buarque. (diariamente19h/1h)

Jantar chique ou night em Botafogo

Botafogo virou point de inaugurações de restaurantes e bares nos últimos anos – por todo lado novos estabelecimentos invadiram o bairro, muitos em belos casarões antigos reformados. A Rua Conde de Irajá é o epicentro da gastronomia, onde ficam o ótimo Irajá, do chef Pedro Artagão, o Lasai (para gastar os tubos e comer um menu-degustação dos deuses), o Miam Miam, da chef Roberta Ciasca. Na ~night~ faz sucesso o Comuna, misto de bar, galeria de arte e uma das melhores hamburguerias da cidade conseguiu transformar a Rua Sorocaba numa espécie de mini-Baixo Gávea nos fins de semana, com gente ocupando as calçadas e o asfalto. E também o Teto Solar, com 40 rótulos de cerveja de várias partes do globo.

Pão de Açúcar e pista Claudio Coutinho

Entre o que fazer no Rio de Janeiro, subir no morro do Pão de Açúcar ,é uma das coisas que todo mundo tem que fazer uma vez na vida. Atração mais famosa do Rio de Janeiro, com seus 396 metros de altura e vista infalível. A entrada é salgada (R$ 62) mas o passeio de bondinho é inesquecível. Na volta, pare na Praia Vermelha e adentre a Pista Cláudio Coutinho para uma caminhada: no começo dela ainda dá para ver o bondinho e a praia; depois, só o mar e a vegetação.

Parasail

O que fazer no Rio de Janeiro: Nova moda do verão carioca, o passeio de parasail da Parasail in Rio sai da Marina da Glória. Enquanto a lancha avança, você recebe o equipamento, uma espécie de cadeirinha. Daí, basta se equilibrar em uma plataforma na traseira do barco, o instrutor acoplar o paraquedas e, em segundos, você está no ar! O voo é gostoso e confortável e não requer muita coragem: o frio na barriga fica por conta da emoção de estar flutuando sobre a Baía de Guanabara. Caso queira se molhar, o piloto diminui a velocidade até que você raspe os pés na água. A volta à plataforma da lancha é suave e, quando acaba, dá aquela sensação de que foi rápido demais (são 15 minutos). Dica: marque o passeio para às 16h pro fim calhar com o pôr do sol.

Bar Urca

No bairro da Urca, bem perto do Forte São João, o bar de 1939 é um programa completo. O pessoal chega, compra uma cerveja e uma porção no balcão (eles também vendem alguns pratos na “canoa” por R$ 26) e se acomoda na mureta em frente, debruçada sobre a Baía de Guanabara. O pôr do sol vai colorido o céu enquanto você curte a vibe – nos fins de semana, a calçada fica apinhada de gente. Quando a noite cair, você pode ir ao andar de cima do restaurante para um jantar propriamente dito, no salão com garçons simpaticíssimos e paredes repletas de prêmios e matérias de revista e jornal sobre o lugar ao longo das décadas. Não tem erro o bobó de camarão e a caipirinha de siriguela.

The Maze

Na Comunidade Tavares Bastos, o lugar é um projeto do inglês e ex-jornalista da BBC, Bob Nadkarni,que comanda concorridas sessões de jazz, shows e festas – para saber a programação, fique de olho no site, no facebook e no twiter Bob Nadkarni@TheMazeRio – normalmente rolam eventos nas primeiras sextas-feiras do mês. O bar (que também abriga um hostel), como quase todos os estabelecimentos nas comunidades, tem vista sensacional para a cidade.

Parque da Catacumba

Esse Parque na Lagoa Rodrigo de Freitas é uma área reflorestada que já foi favela e hoje abriga trilhas, uma coleção de esculturas e velhinhos jogando xadrez. Uma caminhada de meia hora leva aos mirantes Sacopã e Pedra do Urubu, de onde se enxerga a Lagoa de frente e do alto. Ali também funciona o Lago Aventuras, que organiza rapel, tirolesa e arvorismo. (Avenida Epitacio Pessoa, 3000, ter/dom, 9h/18h)

Instituto Moreira Salles

O que fazer no Rio de Janeiro: a antiga residência da família Moreira Salles na Gávea hoje é um centro cultural com mais de 10 mil m² e jardins do célebre Burle Marx. Vale visitar independente da exposição da vez pra ver a construção, o paisagismo e o café. (Rua Marquês de São Vicente, 476, ter/dom 11h/20h)

Santa Teresa e Mirante Dona Marta

O que fazer no Rio de Janeiro: Com o bonde funcionando parcialmente agora, Santa Teresa ganhou seu ícone de volta. Mas nem precisava, porque cursar as ruas do bairro ainda é um programão. Veja as lojinhas da Rua Almirante Alexandrino (na altura do número 402) e o Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169, 21/2252-1039): tem vista linda para o Centro e sempre algum evento rolando. Se abasteça então dos pães de queijo mais viciantes da cidade na Cultivar Brasil (Rua Paschoal Carlos Magno, 124, 21/3173-8952) e veja o charmoso Largo dos Guimarães. Pra comer, temos o Bar do Mineiro, que serve a tradicional feijoada, o top restaurante Aprazível, para um jantar com vistão para a cidade. Dali também pode-se embarcar em um ônibus e conhecer um dos mirantes mais bonitos do Rio, o Dona Marta. As linhas 006 e 007 que passam ao longo da Rua Almirante Alexandrino levam, em 20 minutos, a uma das entradas do Parque da Tijuca. Você desce no ponto final, o Silvestre, e caminha meia hora até chegar ao mirante. Lá de cima se vê o Maracanã, o Pão de Açúcar, o bairro de Botafogo inteirinho e o Cristo.

Morro da Conceição

No século 16, o morro marcou o movimento de ocupação inicial da cidade e hoje permanece como uma joia histórica em meio às obras que revitalizam a Zona Portuária. Pra quem está na Avenida Rio Branco, ande até o cruzamento com a Rua Acre, atravesse e pegue a Travessa do Liceu, onde uma escadinha com uma placa indica a Ladeira Felippe Nery. Ali está a Ladeira do João Homem, uma das portas de entrada do morro. Lá em cima, além da vista bonita da Baía de Guanabara, há casinhas coloridas, o ateliê do pintor Paulo Dallier, a Fortaleza da Conceição, construída entre 1713 e 1718 pra proteger a baía contra invasões, e o Jardim Suspenso do Valongo, de inspiração inglesa que surgiu após a abolição.

Samba da Pedra do Sal

O local é meio surreal, com uma grande rocha encrustada no meio das casas e predinhos antigos. No passado, servia como ponto de embarque e desembarque de sal pelos escravos que trabalhavam nos cais. Ali começou o samba urbano carioca, batido na palma da mão, no pandeiro, no prato-e-faca; frequentado por gente como Donga, Pixinguinha e João da Baiana. Hoje, num clima animado e quase familiar, continuam rolando rodas de samba todas as segundas e sextas, abastecidas pelos carrinhos de cerveja e comidas como o “feijão bombado”, uma cumbuca que te segura a noite toda. Uma experiência incrível (Rua Argemiro Bulcão, Saúde, 21/99701-8905 , seg/sex a partir das 20h)

MAR e Museu do Amanhã

 

Depois de quatro anos em obras, a Praça Mauá reabriu uma belezura só, de cara pra carcaça supermoderna do Museu do Amanhã, do badalado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, recém-aberto. Por ali também fica o Museu de Arte do Rio (R$ 8), com sua forma ondulada e quatro andares de exposições, com um piso destinado a mostras sobre o Rio de Janeiro e outro só para arte contemporânea.

Fábrica Aberta (Fábrica Bhering)

Essa antiga fábrica de chocolates abandonada no bairro de Santo Cristo, na Zona Portuária, é ocupada por artistas, estilistas, restauradores e fotógrafos que montaram lá seus ateliês, junto a lojas de decoração e projetos de coworking. Normalmente o local fica fechado e você precisa marcar horário para visitar, exceção nos eventos Fábrica Aberta (veja datas no facebook) quando todos os ateliês abrem as portas ao mesmo tempo. De segunda a sábado, entre às 12h e 16h, também funciona ali o aconchegante Café da Fábrica. (Rua Orestes, 2, Santo Cristo)

Praça da Bandeira

Poucos motivos te levarão à Zona Norte do Rio, e este aqui é um deles. Nas ruas ao redor dessa praça, onde a atual bandeira brasileira foi hasteada pela primeira vez em 1889, formou-se um polo gastronômico autêntico e delicioso (mas não barato, porque quase nada nessa cidade é barato). Os dois grandes expoentes do local são o Aconchego Carioca, da chef Kátia Barbosa, autora do inigualável bolinho de feijoada, e o Bar da Frente, cujo carro-chefe é o porquinho no quimono: rolinho-primavera recheado de costela suína defumada e requeijão de ervas, acompanhado por molho agridoce à base de melado.

Trilha da Pedra Bonita

O que fazer no Rio de Janeiro: Lá, onde o pessoal mais intrépido pula de asa-delta, está a trilha com melhor relação esforço/vista do Rio. Pra chegar até lá de carro, partindo da Zona Sul, deve-se partir pela estrada Lagoa-Barra, pegar a saída para o Joá e subir a Estrada das Canoas. Logo na interseção com a Estrada da Pedra Bonita tem uma placa indicando a subida para a rampa, na mão contrária. São cerca de 40 minutos de trilha fácil pela mata fechada para chega lá em cima, a quase 700 metros de altitude, um espaço enorme na rocha pra caminhar e encontrar o melhor ângulo pra a foto. À frente. a Pedra da Gávea, à esquerda, São Conrado e o Cristo pequenino, à direira, a Barra da Tijuca e Recreio. É bastante segura e não requer guia. seg/dom, 8h/17h, grátis

Joatinga

Mais uma praia pra série “cansei só de Copa-Ipanema-Leblon”. Pra chegar (de táxi ou carro) deve-se subir pela Estrada do Joá depois de São Conrado até a entrada de um condomínio (selecione a Rua Lasar Segall no GPS do Google Maps ou no Waze), onde um punhado de sortudos habita casarões murados. Pra alcançar a faixa de areia – de apenas 300 metros –, é preciso descer um caminho tortuoso (pero no mucho) pelas rochas. Joatinga é daquelas praias mais bonitas e fotogênicas quando vistas de cima: só assim você percebe a água mudando do azul para o verde-esmeralda. Mas lá embaixo também não é nada mal. Em tempo: nos fins de semana é bom chegar cedo para conseguir estacionar.

Museu da Seleção Brasileira

Apesar dos pesares, o museu que a CBF deixou depois da Copa é um espetáculo até pra quem não gosta de futebol. Tem uma monitoria super escolada e atenciosa (até exageradamente) que conduz pelas salas com filmes, projeções e experiências interativas e audiovisuais que contam toda a história do Brasil com o futebol, incluindo a exposição com as cinco taças do pentacampeonato mundial. Uma das coisas mais legais são os óculos de realidade virtual com os quais você se vê dentro de vestiários e campos com os jogadores em partidas famosas. O lugar também tem lojinha e café. A localização na Barra da Tijuca é estranha e não prática, mas vale o deslocamento. (seg/dom 10h/18h, R$ 22)

Secreto

Pra chegar, é preciso seguir Avenida Lúcio Costa, no sentido Recreio, e se orientar pelas placas até a Estrada do Pontal e a Praia da Macumba. Mas nada como belo Secreto. Para descobri-lo, você pode sair da Macumba andando pelas pedras ou subir pela estrada que liga Macumba e Prainha, encontrar uma trilha no mato rasteiro (é bem fácil) e depois encarar uma descida desafiadora (melhor ir descalço e bem abaixado) pelo barranco. Tchanan: eis o Secreto, onde as pedras formam uma deliciosa piscina natural de água claríssima. Evite os fins de semana, quando o Secreto não fica tão secreto assim.

Prainha e Grumari

O que fazer no Rio de Janeiro: seguindo pela Barra em direção ao Recreio, pegue a Estrada do Pontal para encontrar essas duas joias, ambas em áreas de proteção ambiental. Pra dar um tempo de praias cercadas por prédios e barulho de carros da Zona Sul, essas faixas de areia dão um belo dia com mar verdinho, areia fofa e matagal virgem. Grumari é mais extensa e ampla e no canto esquerdo abriga Abricó, trecho dedicado ao naturismo.

Barra de Guaratiba

Se estiver na Zona Sul, haja estrada pra chegar: a Barra de Guaratiba fica pra lá do Recreio. Mas essa pontinha no extremo oeste da cidade guarda uma série de passeios interessantes. Ali estão as quatro praias mais selvagens do Rio de Janeiro: do Perigoso, do Meio, Funda e do Inferno. O acesso, por trilha, se dá na Rua Parlon Siqueira; dali são 40 minutos a pé entre árvores e pedras pichadas (ainda é o Rio, afinal) até a do Perigoso, a mais pop entre elas, linda e quase sempre vazia. Outra experiência incrível na Barra de Guaratiba é fazer SUP no Canal do Mangue. Alugue a pranchona na Casa do Remo, que vez ou outra recebe globais, e saia pela água tranquila e amarronzada entre túneis de troncos retorcidos onde estalam guaiamuns e pousam garças. Melhor ainda: vá às Remadas da Lua Cheia, na primeira noite de lua cheia de cada mês, quando um DJ embala o passeio noturno e há comes e bebes. Por último, dá tempo de conhecer o Sítio Burle Marx, antiga casa do famoso paisagista. A visita guiada leva pela casa, forrada de obras de arte, e o esplendoroso jardim (com 3 500 espécies de plantas!). Agende pelo 21/2410-1412. Quando a fome bater, estacione no Restaurante do Bira e sente na área externa, com vista fenomenal pro mangue e a mata ao redor. Peça pastelzinho, polvo grelhado, camarão ou peixe na panela de barro.

Fonte: Carpe Mundi

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08/12/17

Dicas de viagem: Conheça Petrópolis, a Cidade Imperial

Localizada na região serrana do Rio de Janeiro, a pouco mais de uma hora da Cidade Maravilhosa, Petrópolis atrai muitos turistas por ser a Cidade Imperial, usada por Dom Pedro II como um lugar para repousar e descansar lá na época do Período Imperial.

Dentre as principais atrações da pequena cidade, estão incríveis museus, igrejas, parques ao ar livre e alguns edifícios históricos ligados ao período monárquico brasileiro. Se você tem vontade de conhecê-la, saiba que um final de semana, três dias no máximo, são suficientes para aproveitá-la sem enjoar.

Por ter sido usada como residência de veraneio de Dom Pedro II, Petrópolis conta até hoje com muitos prédios históricos. O legal, é que muitos deles foram transformados em hotéis e pousadas, como o Solar do Império e o Casablanca Koeler, considerados ótimas opções de hospedagem. Neles, você poderá se sentir no Período Colonial. Vale a pena hospedar-se neles!

O Caminho Real Resort, único cinco estrelas da região, é uma ótima opção para quem prefere ficar mais próximo da natureza. Se você estiver pensando em se hospedar nele, a dica é tirar mais dias para aproveitá-lo também, já que as construções históricas do centro de Petrópolis acabam concorrendo as trilhas ecológicas do resort.

Apesar de pequena, a cidade conta com uma boa variedade de opções de hotéis e pousadas. O Grand Hotel Petrópolis, o Gallardin Palace Hotel e o Casablanca Imperial também são boas pedidas!

Além do clima ameno, que atrai muitos visitantes, a gastronomia da cidade serrana também é um bom motivo para visita-la. Um petisco de peixes, um bom prato de massa e um delicioso vinho são perfeitos para complementar a viagem, ainda mais, se o clima estiver frio, como é comum na região.

Não deixe de visitar os restaurantes Oliveira da Serra, Barão Gastronomia, 2 Vales, Trutas do Rocio e Duetto Café, esse último um bistrô localizado nos jardins do Museu Imperial. É imperdível!

Museu Imperial: Localizado no Palácio Imperial, antiga residência de veraneio de D. Pedro II, o museu é considerado um dos mais visitados de todo o país. Mais de 300 mil itens compõem o acervo, entre carruagens, móveis, joias e vestimentas da coroa. Não deixe de ver o espetáculo Som e Luz, que acontece nos jardins do museu de quinta a sábado, às 20h.

Cervejaria Bohemia: Inaugurada em 1853, a fábrica, pertencente a primeira fabricante de cerveja do país, abriga um museu temático e interativo, uma loja e um complexo cervejeiro, que conta com um bar, mesas touchscreen e um cardápio bem recheado. A fábrica fica aberta de terça a domingo.

Museu Casa de Santos Dumont: Considerada uma das atrações mais visitadas de Petrópolis, Encantada, como é popularmente conhecida, foi toda desenhada e projetada por Santos Dumont. Não é à toa, que ela foi transformada em um museu em memória do famoso inventor brasileiro.

Catedral São Pedro Alcântara: Construída em estilo neogótico francês, a Catedral abriga um mausoléu onde estão localizados os restos mortais da família imperial. A construção é considerada uma joia arquitetônica da cidade! Não perca a chance de visita-la, seu interior é belíssimo também!

Parque Nacional da Serra dos Órgãos: Quem pensa que a cidade é voltada apenas para o turismo histórico, está totalmente enganado. Isso porque nos arredores da cidade está localizado o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que com mais de 20 mil hectares, abriga Petrópolis e outros três municípios. Lá, você pode fazer trilhas, escaladas, rapel e tomar banho de cachoeira. Você sabia que o parque conta com o maior circuito de trilhas do Brasil?

Palácio de Cristal: Com mais de 100 anos, o palácio, considerado um dos maiores símbolos da cidade, abriga exposições e eventos culturais, como a Bauernfest. Considerado Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a construção foi encomendada pela Princesa Isabel para sediar as exposições agrícolas do Período Colonial.

Palácio Quitandinha: Construído para ser o maior resort e cassino da América do Sul, o Palácio, hoje administrado pelo SESC Rio, está aberto a visitação. Apenas as áreas comuns podem ser visitadas, como o teatro e os mais de 13 salões. Os apartamentos, que são cerca de 400, são particulares! Vale a pena fazer uma visita! Quem sabe, não está acontecendo algum evento por lá!

Fonte: Pure Viagem

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21/11/17

11 praias perfeitas no Rio de Janeiro

Conheça as melhores praias da orla fluminense e prepare o biquíni para os dias de sol e mar
Ao percorrer a orla fluminense, o viajante que sai em busca de cantinhos paradisíacos para se esticar na areia e se refrescar no mar não volta frustrado para casa. O Estado do Rio de Janeiro conta com praias onde é difícil não se encantar. Algumas têm acesso fácil de carro, enquanto em outras só é possível chegar por trilhas ou de barco.
Independentemente da localização, isoladas ou badaladas, selecionamos 11 praias que merecem uma visita.

1. Praia do Farol (Arraial do Cabo)

Localizada na Ilha do Farol, a praia é considerada uma das joias de Arraial do Cabo . Afinal, difícil não se encantar por suas águas geladas de cor azulada e areia branquinha, emoldurada por dunas e morros verdes. Um estudo do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) a considerou a praia mais perfeita do Brasil. O acesso a ela, no entanto, só por barcos autorizados, já que a ilha é controlada pela Marinha.

2. Prainhas do Pontal (Arraial do Cabo)

Estas duas praias de areia bem branquinha, separadas por rochas, se tornam uma enseada só quando a maré está cheia. Suas águas têm tonalidade azul e são cristalinas como uma piscina, boas para quem quer mergulhar. Das areias, os banhistas têm vista para a Ilha do Farol . Para quem quiser visitá-las, o acesso é por uma escadaria íngreme a partir do Morro do Atalaia ou por barco.

3. Praia Azeda e Azedinha (Búzios)

Estas duas praias de águas límpidas de cor esverdeada como um limão (daí o nome Azeda) estão pertinho uma da outra. Suas águas são calminhas, boas para banho e mergulho. Cercadas por costões verdes, em suas estreitas faixas de areias brancas há barracas que abastecem os turistas com drinques e quitutes. O acesso à praia Azeda é por uma rua calçada a partir da Praia dos Ossos. No canto direito, há uma pequena trilha para a Azedinha.

4. Praia José Gonçalves (Búzios)

A pequena e bem-preservada praia de José Gonçalves fica dentro da Reserva Ecológica das Emerências. Suas ondas fortes atraem os surfistas para o local. A orla estreita é contornada por pedras escuras arredondadas e costões verdes. Para matar a fome dos banhistas há só a rústica barraca do Ranieri, que oferece deliciosos pratos à base de frutos do mar (destaque para as casquinhas de mexilhões).

5. Praia de Lopes Mendes (Ilha Grande)

Ilha Grande tem praias belíssimas, mas a grande queridinha dos turistas e moradores é Lopes Mendes . Pudera. Suas águas são cristalinas, com variações de tonalidades azul e verde, que ficam ainda mais vivas nos dias de sol. Ela é extensa, tem 3 km de areia fina, com amendoeiras na costa que oferecem sombra aos banhistas. Na alta temporada e feriados, ela fica um pouco mais movimentada e conta com alguns vendedores. No restante do ano, permanece tranquila. O acesso é por trilha, com cerca de duas horas de caminhada a partir da Vila de Abraão, ou, se preferir, por barcos.

6. Praia dos Dois Rios (Ilha Grande)

Em cada uma das extremidades desta praia de areia branca corre um riacho de água doce, daí o nome Dois Rios . Este belo local de mata preservada já abrigou o presídio Cândido Mendes, implodido em 1994, do qual restam apenas ruínas. Hoje, a praia conta com uma sede de estudos avançados da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

7. Praia de Antigos e Antiguinhos (Paraty)

O acesso até as praias de Antigos e Antiguinhos é difícil e não há barracas de praia por lá, quase sem sombrinha para se refrescar do calor. Mas, selvagens e isoladas, elas são lindas. Estas duas enseadas, cercadas por montanhas verdes, têm areia fofa e águas cristalinas. No canto direito de Antiguinhos passam riachos de água doce, bons para tirar o sal do corpo. Não dá para chegar a estes dois paraísos de carro. Para acessá-los, só por trilha, a partir da praia do Sono – outra enseada que também vale uma visita – ou de barco, saindo da praia do Meio ou de Laranjeiras.

8. Praia de Itacoatiara (Niterói)

A mais bela praia do litoral de Niterói , Itacoatiara fica a cerca de 30 minutos do centro. Com acesso por uma única via, para chegar até a praia é preciso atravessar um condomínio residencial. Cercada por montanhas verdes, tem águas cristalinas e ondas altas para a alegria dos muitos surfistas que a frequentam. No canto direito, há uma piscina natural de águas calmas, ideais para os banhistas.

9. Praia de Ipanema (Rio de Janeiro)

Bastam alguns minutinhos na areia fofa para perceber que é impossível ficar indiferente à Ipanema , praia que inspirou e inspira artistas, onde tendências foram e são criadas. Nos seus 2,6 km de orla circulam patricinhas de corpos sarados, estrangeiros, gays e heteros solteiros, famílias, surfistas e amigos que se reúnem para bater uma bolinha. Ambulantes oferecem clássicos quitutes cariocas, como o mate, biscoitos Globo e o sacolé. O Posto 9 continua sendo ponto de encontro e point de paquera de Ipanema.

10. Prainha (Rio de Janeiro)

Na Barra da Tijuca , protegida pela Mata Atlântica, a Prainha tem 700 metros de extensão, cercada por dois morros verdes. Com boas ondas, é a praia preferida dos surfistas. Bem preservada, a natureza é seu grande chamariz.

11. Praia de Grumari (Rio de Janeiro)

Parte da mesma área de proteção ambiental da Prainha, Grumari é uma praia ampla, com 2,8 km de extensão, cercada por costões e morros com vegetação de restinga. O contraste entre o límpido mar azulado e a mata verde encantam, especialmente nos dias ensolaradas. Ondas entre um e três metros de altura atraem muitos surfistas, especialmente aos finais de semana. No canto esquerdo fica a praia de Abricó, frequentada por naturistas.


Fonte: Turismo iG

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